BEM VINDO A SETE LAGOS

A Sete Lagos Transportes, na condição de revelação no setor de transportes, sente-se honrada em transmitir a seus clientes o perfil de uma empresa inovadora, que  atende a todo o Brasil com carga completa ou fracionada nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Nosso objetivo é otimizar a prestação de serviços ao mercado de transportes, mantendo assim, nosso compromisso de satisfazer totalmente as necessidades de nossos clientes, através de um modelo de gestão diferenciada, com base compromisso e respeito. Leia mais

ULTIMAS NOTÍCIAS

Resolução que normatiza o transporte rodoviário de cargas passará por atualização

Está aberta a Consulta Pública Nº 002/2015 para obtenção de sugestões que subsidiarão o aperfeiçoamento da minuta que atualiza a Resolução nº 3.056/2009. Essa normatiza o exercício da atividade de transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração e estabelece procedimentos para inscrição e manutenção no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). Leia mais

Saiba os limites para as deduções do Imposto de Renda 2015

Deduções podem ser feitas somente no modelo completo de declaração.
Para o modelo simplificado, desconto é de 20% da renda tributável.

DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma – ou seja, dá um desconto “padrão” de 20% na renda tributável. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa.
No IR de 2015, esse desconto está limitado a R$ 15.880,89, o que representa uma correção de 4,5% frente ao ano passado. Em 2014, o limite foi de R$ 15.197,02.

DECLARAÇÃO COMPLETA

Quem teve gastos dedutíveis maiores, com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda.

No caso da dedução por dependentes, o valor subiu de até R$ 2.063,64 em 2014 para até R$ 2.156,52 na declaração do IR deste ano. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução passou de até R$ 3.230,46, em 2014, para até R$ 3.375,83 na declaração de IR deste ano.

Para despesas médicas, as deduções continuam sem limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

O limite de abatimento da contribuição patronal da Previdência Social incidente sobre a remuneração do empregado doméstico na declaração do Imposto de Renda 2014, ano-base 2013, é de R$ 1.152,88.
Segundo a Receita Federal, esse valor corresponde à alíquota de 12% aplicada sobre o salário mínimo de R$ 724 vigente no ano passado. Caso o empregador pague mais de um salário mínimo, ele não pode abater todo o valor gasto com a contribuição patronal do INSS.
Fonte: G1

Movimentação de cargas em portos brasileiros cresce 4,3% em 2014

Em 2014, os portos brasileiros movimentaram 970 milhões de toneladas de produtos, o que representa um crescimento de 4,3% frente a 2013, segundo dados divulgados no Anuário 2014 da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). Os resultados foram apresentados no dia 25 de fevereiro, em Brasília, Distrito Federal. No ano passado, a movimentação foi de 931 milhões de toneladas.

Os portos organizados lideraram com 621 milhões de toneladas. Já os Terminais de Uso Privado (TUPs) responderam por 349 milhões/t de produtos transportados. Entre as cargas, os destaques foram o carvão mineral (+ 26,6%), produtos siderúrgicos (+ 17,5%) e celulose (+ 15,2%). Entre as cargas que registraram queda estão o milho (- 17%), o açúcar (-9 %) e o trigo (- 3,5%). Ressalta-se, também, a navegação de longo curso, que movimentou, ao todo, 714 milhões de toneladas, sendo 552 milhões em produtos exportados e 162 milhões em importações.

A Antaq evidencia, ainda, o crescimento da carga em contêineres, de 5,4%. Forma 9,3 milhões de toneladas. Essa modalidade de transporte aumentou, principalmente, na cabotagem. A alta foi de 11%. No último ano, os portos que mais movimentaram produtos foram os de Santos, em São Paulo, Itaguaí, no Rio de Janeiro, Paranaguá, no Paraná, Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e Itaqui, no Maranhão, que respondem, juntos, por 68% de todo trânsito de cargas em portos públicos.

Novos investimentos em portos organizados
Conforme o diretor-geral da Antaq, Mario Povia, o crescimento da movimentação de cargas ficou acima da média mundial. Ele diz que “a operação dos portos respondeu bem ao incremento na demanda”. Apesar disso, afirma que é necessário disponibilizar novos berços de atracação, especialmente, nos portos organizados.

A Antaq aguarda que o Tribunal de Contas da União (TCU) aprove estudos sobre 29 arrendamentos de portos do Paraná e de Santos, para realizar a licitação das áreas e viabilizar investimentos que devem somar R$ 17 bilhões.

Crise hídrica: paralisação na hidrovia Tietê-Paraná
A estiagem na região Sudeste do Brasil prejudica a navegação na hidrovia Tietê-Paraná há dez meses. A hidrovia é importante, principalmente, para o escoamento da produção agrícola nos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins e Minas Gerais.

O prejuízo pela interrupção nas atividades está estimado em sete milhões de toneladas de produtos que deixaram de ser movimentados em embarcações. Para a Antaq, o problema é que essa situação impacta em outros modais. O uso de trens passa a ser preterido, uma vez que as linhas férreas levam, essencialmente, aos terminais portuários. Com a ausência de navios para o transporte, a alternativa é utilizar os caminhões, sobrecarregando o fluxo nas rodovias brasileiras.

De acordo com a Agência, além de contar com a melhoria no regime de chuvas, também são necessárias obras que permitam o aumento da capacidade da hidrovia. Ao todo, R$ 1,5 bilhão está autorizado (R$ 900 mi da União e R$ 600 mi do Estado de São Paulo) para investimentos no trecho. Para se ter uma ideia, em razão da paralisação, o transporte de soja pela hidrovia caiu 53% e o de milho, 73%, pela Tietê-Paraná, em 2014.

Fonte: Agência CNT de Notícias