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Caminhoneiros bloqueiam pelo menos três rodovias em Minas

Greve nacional foi convocada no fim do mês passado. Caminhoneiros pedem redução no preço do diesel, anulação de multas referentes à paralisação anterior e crédito com juros subsidiados.

Começou na madrugada desta segunda-feira a greve nacional dos caminhoneiros, convocada no mês passado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 7h, eram quatro pontos de bloqueio em Minas Gerais: no km 359 da BR-381, em João Monlevade; km 513, em Igarapé; no km 412, na BR-262, em Igaratinga, e na BR-040, nos kms 627 e 633, em Conselheiro Lafaiete.

A greve foi convocada pelo Comando Nacional do Transporte, que se declara independente de sindicatos. No comunicado distribuído no fim do mês passado, os trabalhadores informaram que a manifestação conta com o apoio de grupos que pedem a saída de Dilma da Presidência, como o Movimento Brasil Livre, o Vem Pra Rua, o Revoltados On Line e o Movimento Brasil Livre (MBL).
Por meio de redes sociais, caminhoneiros tentam organizar a nova paralisação. Os trabalhadores pedem redução no preço do diesel, anulação de multas referentes à paralisação anterior, ocorrida em fevereiro, e crédito com juros subsidiados.

Trânsito

Em Minas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, nas rodovias que cortam o estado nenhuma pista está bloqueada. Adesão também é abaixa. Na manhã dessa segunda-feira, o trânsito flui sem congestionamento na BR-381, em Igarapé, com os veículos ocupando apenas meia pista. Mais cedo, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou na rodovia alguns tumultos, com caminhoneiros se recusando a parar, atendendo ao piquete dos grevistas, e tiveram os veículos danificados.

Também de acordo com a PRF, há registros de pistas parcialmente interditadas perto de Igaratinga, na BR-261; em Conselheiro Lafayette, na BR-040; e ainda na BR-381, em João Monlevade. Em Juatuba, na BR-261, a pista já foi liberada.

Negociação

O procurador do município de Igarapé, Vinícius Caldeira Andrade, esteve em um dos pontos de paralisação dos caminhoneiros, na BR-381, para com as lideranças dos caminhoneiros.
Andrade disse que na última paralisação dos caminhoneiros, em abril deste ano, a cidade foi impactada pelo movimento grevista. “Houve desabastecimento de gêneros alimentícios e a frota municipal ficou sem combustível para rodar. Queremos conversar e entender tudo que está acontecendo para que o problema não se repita”, disse o procurador.

Movimento no país

Caminhoneiros bloqueiam rodovias em quatro estados do país. O protesto dos caminhoneiros liderado pelo Comando Nacional do Transporte já bloqueou rodovias em quatro estados, entre a madrugada e a manhã desta segunda-feira, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

Além de Minas gerais, houve bloqueio em Santa Catarina, na BR-280, em São Bento do Sul, e na BR-282, em Campos Novos; no Rio Grande do Sul, na BR-448, em Porto Alegre, mas a PRF informou que o trânsito já foi total ou parcialmente liberado. Os manifestantes também bloqueiam a BR-376, em Califórnia, no Paraná.

Por volta das 6 horas, os caminhoneiros também realizaram uma manifestação na Rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, o que provocou filas de nove quilômetros na via nesse horário.

No fim de semana, a categoria já tinha realizado manifestações em cidades como Apucarana e Ibiporã, no Paraná, um dos estados onde é esperada a maior adesão.

Quase toda a movimentação vem sendo organizada via aplicativos de celular e pelas redes sociais, mas não conta com a adesão de boa parte das entidades nacionais que representam o setor.

Um dos líderes da categoria e organizador da paralisação, Ivar Schmidt afirma que a luta é pela renúncia da presidente Dilma Rousseff. Ele está à frente do “Comando Nacional do Transporte” e garante que os caminhoneiros, agora, somente vão negociar “com o próximo governante”.

A greve ganhou o apoio de grupos como Movimento Brasil Livre e Vem pra Rua. Os líderes do movimento garantem já ter grande apoio também de caminhoneiros de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A expectativa é atingir pelo menos 70% do País inicialmente.

Contra

Várias entidades que representam o setor se manifestaram contra esse movimento e veem interesses políticos por trás dessa paralisação. Para o Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Bens no Estado do Pará (Sindicam-PA), a greve é organizada “por pessoas que não fazem parte da categoria e estão aproveitando o momento de dificuldade que o País passa”.

Já a Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo (Fetrabens) diz que “os problemas que afetam a categoria são muitos e que, para resolvê-los, é preciso coesão e sabedoria”.

Entidades de Goiás e Tocantins também assinaram, juntos, um documento contra a greve.

Principal alvo dos sindicatos, Ivar Schmidt tem 44 anos, mora em Mossoró (RN) e nega qualquer vínculo partidário. Caminhoneiro, ele começou a se destacar há um ano e, em 2015, criou o “Comando Nacional do Transporte”.
Com Agência Estado.

Fonte: Estado de Minas

Daimler quer testar caminhão autodirigível ainda este ano

Nova tecnologia está sendo testada para reforçar a segurança rodoviária; veículo pode chegar ao mercado em dois anos

A montadora alemã Daimler está estudando a possibilidade de realizar testes com caminhões semi-autônomos, ou seja, autodirigíveis. O projeto deve sair do papel ainda neste ano, conforme informação do membro do conselho executivo Wolfgang Bernhard.

“Estamos certos que vamos obter aprovação para testes em estradas alemãs nas próximas semanas,” disse ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung.
A nova tecnologia está sendo testada para reforçar a segurança rodoviária. De acordo com o executivo, 97% dos acidentes com caminhões acontecem por erro humano. Ele também afirmou que a tecnologia não vai fazer com que os motoristas sejam dispensados, pois sempre será necessário um ser humano para garantir que falhas técnicas sejam evitadas.

Os testes iniciais desses caminhões deverão acontecer no estado de Baden-Wuerttemberg, enquanto o início da produção deve começar em dois a três anos.

Bernhard afirmou que , a Apple, Google e outras empresas tentam um posicionamento no negócio promissor de carros que não precisam de motorista. “Somos líderes nessa tecnologia e dependemos de nós mesmos”.

Com informações da Reuters

Fonte: http://www.transportabrasil.com.br/

Indústria brasileira de pneus cresce 2%, mas vendas caem 0,6%

De acordo com números divulgados pela Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), a indústria de pneus encerrou o primeiro semestre com 7,64 milhões de unidades entregues às montadoras, o que resultou em um decréscimo de 18,7% em relação ao mesmo período de 2014.

A redução em toneladas foi de 29,9%, reflexo da queda na venda de veículos de carga. O volume exportado no primeiro semestre foi de 497,7 mil unidades, 25,4% abaixo dos mesmos seis meses de 2014.

Entre janeiro e junho foram vendidas 37 milhões de unidades, resultando em retração de 0,6%. Já o mercado de reposição apresentou saldo positivo na quantidade vendida (10,9%) por causa dos pneus de passeio (16,7%), camionetas (13%) e duas rodas (7,2%). Nos produtos de carga houve queda de 6,2%.

A produção de pneus de janeiro a junho registrou 35,8 milhões de unidades e alta de 2% sobre os mesmos meses do ano passado. No entanto, a menor demanda resultou no inchaço de estoques.

“O setor de pneus havia programado significativos investimentos neste e nos próximos anos para acompanhar o Inovar-Auto, mas o momento difícil da economia e do setor automotivo em particular pode colocar estes planos ‘em suspenso’”, diz o presidente da Anip, Alberto Mayer.

Fonte: Portal Transporta Brasil http://www.transportabrasil.com.br