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A Sete Lagos Transportes, na condição de revelação no setor de transportes, sente-se honrada em transmitir a seus clientes o perfil de uma empresa inovadora, que  atende a todo o Brasil com carga completa ou fracionada nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Nosso objetivo é otimizar a prestação de serviços ao mercado de transportes, mantendo assim, nosso compromisso de satisfazer totalmente as necessidades de nossos clientes, através de um modelo de gestão diferenciada, com base compromisso e respeito. Leia mais

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Saiba os limites para as deduções do Imposto de Renda 2015

Deduções podem ser feitas somente no modelo completo de declaração.
Para o modelo simplificado, desconto é de 20% da renda tributável.

DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma – ou seja, dá um desconto “padrão” de 20% na renda tributável. Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa.
No IR de 2015, esse desconto está limitado a R$ 15.880,89, o que representa uma correção de 4,5% frente ao ano passado. Em 2014, o limite foi de R$ 15.197,02.

DECLARAÇÃO COMPLETA

Quem teve gastos dedutíveis maiores, com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda.

No caso da dedução por dependentes, o valor subiu de até R$ 2.063,64 em 2014 para até R$ 2.156,52 na declaração do IR deste ano. Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução passou de até R$ 3.230,46, em 2014, para até R$ 3.375,83 na declaração de IR deste ano.

Para despesas médicas, as deduções continuam sem limite máximo. Podem ser deduzidos pagamentos a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, além de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

O limite de abatimento da contribuição patronal da Previdência Social incidente sobre a remuneração do empregado doméstico na declaração do Imposto de Renda 2014, ano-base 2013, é de R$ 1.152,88.
Segundo a Receita Federal, esse valor corresponde à alíquota de 12% aplicada sobre o salário mínimo de R$ 724 vigente no ano passado. Caso o empregador pague mais de um salário mínimo, ele não pode abater todo o valor gasto com a contribuição patronal do INSS.
Fonte: G1

Movimentação de cargas em portos brasileiros cresce 4,3% em 2014

Em 2014, os portos brasileiros movimentaram 970 milhões de toneladas de produtos, o que representa um crescimento de 4,3% frente a 2013, segundo dados divulgados no Anuário 2014 da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). Os resultados foram apresentados no dia 25 de fevereiro, em Brasília, Distrito Federal. No ano passado, a movimentação foi de 931 milhões de toneladas.

Os portos organizados lideraram com 621 milhões de toneladas. Já os Terminais de Uso Privado (TUPs) responderam por 349 milhões/t de produtos transportados. Entre as cargas, os destaques foram o carvão mineral (+ 26,6%), produtos siderúrgicos (+ 17,5%) e celulose (+ 15,2%). Entre as cargas que registraram queda estão o milho (- 17%), o açúcar (-9 %) e o trigo (- 3,5%). Ressalta-se, também, a navegação de longo curso, que movimentou, ao todo, 714 milhões de toneladas, sendo 552 milhões em produtos exportados e 162 milhões em importações.

A Antaq evidencia, ainda, o crescimento da carga em contêineres, de 5,4%. Forma 9,3 milhões de toneladas. Essa modalidade de transporte aumentou, principalmente, na cabotagem. A alta foi de 11%. No último ano, os portos que mais movimentaram produtos foram os de Santos, em São Paulo, Itaguaí, no Rio de Janeiro, Paranaguá, no Paraná, Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e Itaqui, no Maranhão, que respondem, juntos, por 68% de todo trânsito de cargas em portos públicos.

Novos investimentos em portos organizados
Conforme o diretor-geral da Antaq, Mario Povia, o crescimento da movimentação de cargas ficou acima da média mundial. Ele diz que “a operação dos portos respondeu bem ao incremento na demanda”. Apesar disso, afirma que é necessário disponibilizar novos berços de atracação, especialmente, nos portos organizados.

A Antaq aguarda que o Tribunal de Contas da União (TCU) aprove estudos sobre 29 arrendamentos de portos do Paraná e de Santos, para realizar a licitação das áreas e viabilizar investimentos que devem somar R$ 17 bilhões.

Crise hídrica: paralisação na hidrovia Tietê-Paraná
A estiagem na região Sudeste do Brasil prejudica a navegação na hidrovia Tietê-Paraná há dez meses. A hidrovia é importante, principalmente, para o escoamento da produção agrícola nos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins e Minas Gerais.

O prejuízo pela interrupção nas atividades está estimado em sete milhões de toneladas de produtos que deixaram de ser movimentados em embarcações. Para a Antaq, o problema é que essa situação impacta em outros modais. O uso de trens passa a ser preterido, uma vez que as linhas férreas levam, essencialmente, aos terminais portuários. Com a ausência de navios para o transporte, a alternativa é utilizar os caminhões, sobrecarregando o fluxo nas rodovias brasileiras.

De acordo com a Agência, além de contar com a melhoria no regime de chuvas, também são necessárias obras que permitam o aumento da capacidade da hidrovia. Ao todo, R$ 1,5 bilhão está autorizado (R$ 900 mi da União e R$ 600 mi do Estado de São Paulo) para investimentos no trecho. Para se ter uma ideia, em razão da paralisação, o transporte de soja pela hidrovia caiu 53% e o de milho, 73%, pela Tietê-Paraná, em 2014.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Com o fim de protestos, trânsito nas rodovias mineiras flui normalmente

Não há registros de retenções ou congestionamentos nas vias federais e estaduais mineiras.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o tráfego flui normalmente em todas as BRs, incluindo a 381 e 040, que foram as mais prejudicadas pelos atos, que começaram no último domingo (22). O mesmo acontece nas MGs. Na noite dessa quarta-feira (25), a MG-050 foi a última via a ser liberada pela categoria.

 

Os caminhoneiros manifestaram contra a alta nos preços do combustível e dos pedágios e por melhores condições de trabalho.

 

Nessa terça-feira (24), a Justiça de Minas ordenou a liberação das rodovias federais do Estado. Caso a decisão não fosse acatada, cada motorista pode pagar  R$ 5.000  por hora parada. A multa para as associações que descumprissem a decisão chegaria a R$ 50 mil por hora.

Fonte: O Tempo

Já de acordo com matéria publicada no site da Agência Brasil, apesar do acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas BRs-101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272.

Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs-116, 282, 470, 158 e 163.

Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total.

Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs-364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus.

Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além da criação, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, de uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários.

Fonte: http://www.setcemg.org.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=2785